Medicamentos e hormônios

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Publicado em: Janeiro 28, 2025
Tempo de leitura: 5 minutos
Analgésicos são medicamentos usados para aliviar ou tratar a dor, sem necessariamente tratar a causa exata do problema.
Em outras palavras, os analgésicos tratam o sintoma (dor), e muitas vezes pode ser necessário a utilização de outros medicamentos para tratar a sua causa.
Eles são prescritos em diversas condições médicas, como infecções, fraturas e outros traumas físicos, doenças crônicas e mesmo para condições crônicas de saúde.
Os analgésicos são indicados para o manejo da dor, independente da idade da pessoa. Porém, a escolha do medicamento específico, bem como as doses de cada um deles, vai depender de alguns fatores, como:
Tipo de dor: Aguda, crônica ou neuropática
Nível de dor: Leve, moderada ou intensa
Causa: Traumatismos, doenças crônicas, doenças agudas, entre outros
Presença de outros fatores: Febre, inflamação, entre outros
Desta forma, a dor pode ser manejada da melhor maneira possível, além de ser possível evitar boa parte dos efeitos colaterais.
As contraindicações para o uso de analgésicos podem ser divididas em dois tipos:
No entanto, é importante ressaltar que existem outras possíveis contraindicações menos comuns. Por isso, é essencial relatar detalhadamente o histórico de saúde e os medicamentos utilizados na hora da consulta.
Da mesma forma que ocorre com as contraindicações, os possíveis efeitos colaterais vão depender do tipo específico do analgésico utilizado:
Os grupos de risco para o uso de analgésicos incluem pessoas com diagnóstico de algumas condições de saúde, ou características que aumentem a chance de desenvolvimento de efeitos colaterais ou complicações graves relacionadas a esses medicamentos:
Além disso, pessoas que já utilizam outros medicamentos devem ter especial atenção ao risco de interações medicamentosas.
Diferentes tipos e classes de medicamentos podem ser utilizados no controle da dor, com mecanismos de ação e indicações bastante específicas.
São analgésicos mais potentes, e atuam no sistema nervoso central, ligando-se a receptores específicos para bloquear a percepção da dor. São indicados para dores moderadas a severas, como em situações de pós-operatório.
Exemplos: Codeína, Tramadol e Morfina.
Este tipo de analgésico não atua nos receptores opioides, mas são úteis no tratamento de dores leves a moderadas.
Exemplos: Ibuprofeno, Diclofenaco e Naproxeno.
São medicamentos que, apesar de não serem considerados analgésicos por si só, atuam na redução de alguns tipos de dor, principalmente aquelas de origem neuropática ou crônicas.
Exemplos: Gabapentina, Pregabalina e Amitriptilina.
São analgésicos que possuem ação antipirética, ou seja, ajudam a reduzir a febre.
Exemplos: Paracetamol e Ibuprofeno.
Alguns analgésicos de venda livre, como o paracetamol ou a dipirona, podem ser usados ocasionalmente, mas sempre com cautela. No entanto, doses excessivas ou uso prolongado sem orientação médica podem causar efeitos colaterais graves, como danos ao fígado ou rins.
Sim. Diferente de antibióticos, os analgésicos podem ser interrompidos quando a dor melhorar, a menos que estejam sendo usados para um tratamento específico com orientação médica.
Em alguns casos, sim. Medicamentos como o ibuprofeno também possuem ação anti-inflamatória. Mas, para inflamações mais graves, seu médico pode indicar anti-inflamatórios mais fortes.
Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.
Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.
Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse aqui.
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Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
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