Medicamentos e hormônios

Publicado em: Março 20, 2025

(Nome da pessoa) Data de revisão:
Tempo de leitura: 6 minutos
Os contraceptivos são recursos utilizados no planejamento familiar, permitindo que as pessoas escolham quando e se desejam ter filhos.
Eles possuem diferentes mecanismos de ação, que podem ser farmacológicos ou físicos, oferecendo opções para atender às necessidades e condições de saúde específicas de cada pessoa.
Além disso, os contraceptivos também são recursos terapêuticos úteis no tratamento de algumas condições clínicas.
Além da contracepção, esses métodos desempenham outras funções importantes. Por exemplo, métodos hormonais podem ser utilizados para regular ciclos menstruais, tratar doenças ginecológicas e melhorar sintomas associados ao desequilíbrio hormonal.
Já os métodos de barreira oferecem proteção dupla ao prevenir gravidezes indesejadas e infecções sexualmente transmissíveis.
Apesar dos benefícios já comprovados dos contraceptivos, algumas condições de saúde contraindicam seu uso. Por isso, é essencial passar por uma avaliação clínica antes da escolha do método, para evitar complicações graves.
As principais contraindicações incluem:
Como qualquer intervenção médica, os contraceptivos podem causar efeitos colaterais, que variam de acordo com o método utilizado.
A maioria dos efeitos é leve e temporário, mas é importante estar ciente deles antes de escolher o método a ser utilizado:
Também é importante ressaltar que algumas condições clínicas podem ser desencadeadas ou pioradas pelo uso de métodos hormonais com estrogênios, como vasculites, enxaquecas, entre outros.
Certos grupos de pessoas podem apresentar riscos maiores de efeitos colaterais e complicações. Assim, a escolha do método deve levar em conta essas particularidades para garantir segurança e eficácia.
Os contraceptivos estão disponíveis em diversas formas e mecanismos de ação, permitindo que a pessoa escolha aquele que mais se adeque às suas condições de saúde, estilo de vida e preferências pessoais.
A seguir, vamos conhecer os diferentes tipos de contraceptivos:
Combinados Orais
São medicamentos de uso diário que contêm estrogênio e progestinas. De forma geral, recomenda-se fazer uma pausa no uso, de acordo com o medicamento específico.
Esta pausa é
Exemplo: Pílula combinadas (estradiol + progestina), Anel vaginal.
Progestinas orais
Esses contraceptivos contêm apenas progestinas, e normalmente possuem menos efeitos colaterais e riscos que as pílulas combinadas..
Exemplo: Desogestrel.
De barreira
São métodos que bloqueiam o acesso dos espermatozóides ao útero.
Exemplos: Preservativos (masculinos e femininos), diafragma, capuz cervical.
Dispositivos intrauterinos (DIU)
São métodos contraceptivos que consistem em um pequeno dispositivo de plástico inserido diretamente no útero.
Podem conter ou não hormônios, ou partes de cobre, que atuam localmente impedindo a concepção.
Exemplos: DIU de cobre, DIU hormonal (levonorgestrel).
Definitivos
São procedimentos cirúrgicos que impedem a fecundação, uma vez que tornam impossível o encontro de espermatozóides e óvulos.
Exemplos: Laqueadura tubária, vasectomia.
Implantes subdérmicos
Coloquialmente chamado de “chip anticoncepcional”, o implante subdérmico é um contraceptivo reversível de ação prolongada (três anos).
Ele contém um hormônio feminino sintético, semelhante à progesterona, que inibe a ovulação e altera o muco cervical, impedindo a passagem dos espermatozoides.
Exemplo: Etonogestrel
Métodos emergenciais
São medicamentos hormonais, normalmente com um estrógeno sintético associado a levonorgestrel, utilizado em situações emergenciais. As indicações incluem as falhas de métodos de barreira e relações sexuais sem proteção.
Exemplo: Pílula do dia seguinte.
Não. Apesar de prevenir a gestação, após a suspensão do uso de contraceptivos a fertilidade retorna rapidamente.
Na maioria das vezes, não. O ganho de peso significativo não é comum, mas algumas pessoas podem notar retenção de líquidos.
Apenas preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.
Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.
Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.
Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse aqui.
Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.
Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.
Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse.
Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.