Condições de saúde

Publicado em: Abril 07, 2026

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Tempo de leitura: 6 minutos
O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum em muitos países, incluindo o Brasil. Ele surge quando as células da pele passam a crescer de forma descontrolada, formando lesões que podem variar bastante em aparência e gravidade.
Na maioria das vezes, a doença está relacionada à exposição excessiva à radiação ultravioleta do sol, especialmente ao longo de muitos anos. Assim, pessoas de pele clara, com histórico de queimaduras solares ou exposição frequente ao sol sem proteção, tendem a ter maior risco.
Embora existam diferentes tipos de câncer de pele, muitos casos podem ser tratados com sucesso quando o diagnóstico ocorre cedo. Por isso, conhecer os principais tipos e seus sinais é fundamental para buscar avaliação médica rapidamente quando algo diferente aparece na pele.
O câncer de pele ocorre quando células da pele sofrem alterações no seu DNA e começam a se multiplicar de forma anormal. Esse crescimento descontrolado pode formar tumores que afetam diferentes camadas da pele.
Existem vários tipos da doença, mas eles costumam ser divididos em dois grandes grupos:
O carcinoma basocelular é o tipo mais frequente de câncer de pele. Ele se origina nas células basais da epiderme, a camada mais externa da pele.
Esse tumor costuma crescer lentamente e raramente se espalha para outros órgãos. No entanto, se não for tratado, pode aumentar de tamanho e causar destruição de tecidos próximos.
Algumas características comuns incluem:
O carcinoma basocelular costuma aparecer em regiões mais expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço e couro cabeludo.
O carcinoma espinocelular, também chamado de carcinoma de células escamosas, é o segundo tipo mais comum de câncer de pele.
Ele se desenvolve nas células escamosas, que formam a maior parte da camada superficial da pele. Em comparação com o carcinoma basocelular, esse tipo tem maior potencial de invasão e, em alguns casos, pode se espalhar para outras regiões do corpo.
Entre os sinais mais frequentes estão:
Assim como o carcinoma basocelular, esse tipo também está muito associado à exposição prolongada ao sol.
O melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele. Ele se origina nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele.
Embora represente uma parcela menor dos casos, o melanoma merece atenção especial porque pode crescer rapidamente e se espalhar para outros órgãos se não for tratado precocemente.
Ele costuma surgir como uma pinta nova ou uma alteração em uma pinta já existente. Algumas características que podem indicar suspeita incluem:
Além dos tipos principais, existem formas mais raras de câncer de pele. Entre elas estão:
Esses tumores são menos frequentes, mas também exigem avaliação médica especializada quando há suspeita.
O diagnóstico do câncer de pele geralmente começa com o exame clínico realizado por um dermatologista. Durante a consulta, o médico analisa as lesões da pele e pode utilizar instrumentos específicos para ampliar a visualização.
Quando há suspeita, pode ser necessária uma biópsia. Nesse procedimento, uma pequena amostra da lesão é retirada e enviada para análise em laboratório.
A confirmação do diagnóstico permite identificar o tipo de câncer de pele e definir o tratamento mais adequado.
O tratamento depende do tipo de câncer, do tamanho da lesão e da profundidade do tumor.
Entre as opções mais comuns estão:
Na maioria dos casos de câncer de pele não melanoma, a cirurgia costuma ser suficiente para resolver o problema quando o diagnóstico é feito cedo.
A principal forma de prevenção envolve reduzir a exposição excessiva à radiação ultravioleta.
Algumas medidas importantes incluem:
Consultar um dermatologista regularmente também ajuda a identificar alterações suspeitas ainda em fases iniciais.
O melanoma é considerado o tipo mais grave de câncer de pele. Ele pode crescer rapidamente e se espalhar para outros órgãos se não for diagnosticado e tratado precocemente.
Lesões que mudam de cor, tamanho ou formato, feridas que não cicatrizam e pintas com bordas irregulares podem ser sinais de câncer de pele. Qualquer alteração suspeita deve ser avaliada por um dermatologista.
Sim. Muitos casos de câncer de pele têm cura, especialmente quando o diagnóstico é feito nas fases iniciais. O tratamento precoce aumenta significativamente as chances de recuperação.
Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.
Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.
Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse aqui.
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Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
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