Nutrição

Publicado em: Janeiro 26, 2026

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Tempo de leitura: 5 minutos
A vitamina A é um micronutriente essencial para o funcionamento do organismo. Mas, apesar de muitas pessoas associarem essa vitamina apenas à saúde dos olhos, seu papel vai muito além disso.
Ela participa de processos fundamentais como a visão, a imunidade, a saúde da pele e o crescimento celular.
Como o corpo humano não produz vitamina A em quantidades suficientes, é necessário obtê-la por meio da alimentação. E, quando o consumo é inadequado, podem surgir problemas de saúde que afetam desde a visão até o sistema imunológico.
Entender o que é a vitamina A, onde encontrá-la e como mantê-la em níveis adequados ajuda a construir uma relação mais consciente com a alimentação e com o cuidado do corpo. Pensando nisso, a Healthlab elaborou este artigo.
A vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, depende da presença de gorduras para ser absorvida pelo organismo. Ela existe em duas formas principais.
A primeira é o retinol, encontrado em alimentos de origem animal. A segunda é o betacaroteno e outros carotenoides, presentes em alimentos de origem vegetal, que o corpo converte em vitamina A conforme a necessidade.
Essa característica permite uma melhor regulação da vitamina A no organismo, evitando tanto a deficiência quanto o excesso quando a alimentação é equilibrada.
A vitamina A desempenha diversas funções essenciais. Uma das mais conhecidas é sua participação na visão, especialmente na adaptação à luz e na saúde da retina. A deficiência dessa vitamina pode causar dificuldade para enxergar em ambientes com pouca iluminação.
Além disso, a vitamina A contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, ajudando o organismo a responder melhor a infecções. Ela também participa da renovação celular, sendo importante para a saúde da pele, das mucosas e dos cabelos.
Outro papel relevante da vitamina A está no crescimento e no desenvolvimento, especialmente durante a infância, adolescência e gestação. Ela também atua na manutenção da integridade dos tecidos e no equilíbrio de processos inflamatórios.
A vitamina A pode ser obtida por meio de diferentes grupos de alimentos. Em produtos de origem animal, ela aparece na forma de retinol, enquanto em vegetais aparece na forma de carotenoides.
Entre as principais fontes alimentares, estã:
No grupo dos vegetais, destacam-se:
Uma alimentação variada, com presença regular desses alimentos, costuma ser suficiente para manter níveis adequados de vitamina A, sem necessidade de suplementação em pessoas saudáveis.
A deficiência de vitamina A é mais comum em contextos de alimentação inadequada ou em situações que dificultam a absorção de nutrientes. Seus sinais podem variar de leves a mais graves.
Entre os sintomas mais frequentes, temos:
Em casos graves, podem ocorrer problemas oculares mais sérios.
A deficiência de vitamina A também pode afetar crianças em fase de crescimento, comprometendo o desenvolvimento físico e a resposta imunológica.
Embora seja essencial, a vitamina A também pode causar problemas quando consumida em excesso, principalmente na forma de suplementos ou em altas quantidades de alimentos ricos em retinol.
O excesso pode provocar sintomas como:
Por isso, a suplementação de vitamina A deve ser feita apenas com orientação profissional.
Quando a vitamina A é obtida principalmente por meio de alimentos vegetais, o risco de excesso é menor, pois o organismo regula a conversão de carotenoides conforme a necessidade.
A deficiência de vitamina A pode ser causada por alimentação inadequada, baixa absorção de gorduras ou condições de saúde que afetam o aproveitamento dos nutrientes.
Os principais sintomas da falta de vitamina A incluem dificuldade de enxergar no escuro, pele seca, maior risco de infecções e alterações na saúde ocular.
Sim. O excesso de vitamina A, especialmente por suplementação sem orientação, pode causar efeitos adversos como dor de cabeça, náusea e problemas hepáticos.
Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.
Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.
Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse aqui.
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Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.
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