Neste Artigo

    Condições de saúde

    Osteoporose: o que é, causas, sintomas e como prevenir

    Ilustração da coluna vertebral vista de diferentes ângulos, destacando a estrutura óssea afetada pela osteoporose.
    Osteoporose: o que é, causas, sintomas e como prevenir

    Escrito por Marcela Gottschald

    Publicado em: Agosto 06, 2025

    Osteoporose: o que é, causas, sintomas e como prevenir

    Fatos verificados por:

    (Nome da pessoa) Data de revisão:

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Introdução

    A osteoporose é um problema silencioso que afeta os ossos, tornando-os frágeis e mais propensos a fraturas. Mas, embora seja mais comum em pessoas idosas, especialmente mulheres após a menopausa, também pode atingir homens e até pessoas mais jovens, dependendo de fatores genéticos, hábitos de vida e condições de saúde.

    Por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas vezes a pessoa só descobre que tem osteoporose após uma fratura. Isso pode trazer consequências sérias, especialmente quando afeta áreas como o quadril ou a coluna. 

    Por isso, entender como a doença funciona e o que pode ser feito para preveni-la é fundamental.

    Além disso, com informações claras e de qualidade, e alguns cuidados no dia a dia, é possível fortalecer os ossos e manter a qualidade de vida, mesmo após o diagnóstico. 

    O que é a osteoporose?

    A osteoporose é uma doença que provoca a perda de massa óssea e a deterioração da estrutura dos ossos. Isso faz com que fiquem porosos, menos densos e muito mais frágeis do que deveriam ser. 

    Na prática, significa que até pequenos impactos podem causar fraturas.

    Esse processo de enfraquecimento ósseo acontece de forma progressiva e silenciosa. Em outras palavras, a pessoa não sente dor, não percebe nenhum sinal externo e, por isso, muitas vezes não busca ajuda médica até que algo mais grave aconteça. 

    Em muitos casos, a primeira fratura é também o primeiro sinal da doença.

    Quais são as causas?

    A osteoporose pode ter várias causas, e geralmente envolve uma combinação de fatores. O envelhecimento é o principal deles. 

    A partir dos 30 anos, todos começamos a perder massa óssea aos poucos. Entretanto, em algumas pessoas, essa perda é mais intensa, o que leva à osteoporose.

    Entre os fatores de risco, destacam-se:

    • Histórico familiar de osteoporose
    • Menopausa precoce
    • Deficiência de cálcio e vitamina D
    • Sedentarismo
    • Tabagismo e consumo excessivo de álcool
    • Uso prolongado de alguns medicamentos, como corticoides
    • Doença renal crônica
    • Doença celíaca

    Algumas doenças, como problemas hormonais e distúrbios intestinais que afetam a absorção de nutrientes, também podem contribuir para o aparecimento e a piora da doença.

    Casal de idosos sentados ao ar livre, simbolizando os cuidados que envlve o uso de medicamentos em idosos.

    Sintomas e sinais

    Um dos grandes desafios da osteoporose é a ausência de sintomas claros. A doença evolui de forma silenciosa e, geralmente, só se manifesta quando o osso já está tão enfraquecido que ocorre uma fratura.

    As fraturas mais comuns ocorrem na coluna, no quadril e no punho. Além disso, há uma dificuldade na recuperação dos ossos.

    Outro sintomas incluem:

    • Diminuição da estatura e até deformações posturais, como a curvatura da coluna
    • Dor óssea, que pode durar meses para se resolver 

    Por isso, exames preventivos são importantes, principalmente para pessoas que têm fatores de risco. A densitometria óssea é o exame que avalia a densidade dos ossos e pode indicar o risco de fraturas.

    Diagnóstico da osteoporose

    O diagnóstico da osteoporose é feito com base no histórico clínico, avaliação física e, principalmente, pelo exame de densitometria óssea. Ele é rápido, indolor e permite avaliar com precisão a densidade mineral dos ossos.

    Em alguns casos, exames de sangue e urina também são solicitados para investigar possíveis causas secundárias, como alterações hormonais ou problemas na absorção de nutrientes.

    Quanto mais cedo a doença for identificada, maior a chance de evitar fraturas e complicações.

    Tratamento da osteoporose

    O tratamento da osteoporose depende do grau da doença, da idade da pessoa e da presença ou não de fraturas. Em geral, envolve:

    • Suplementação de cálcio e vitamina D
    • Uso de medicamentos que fortalecem os ossos ou reduzem a perda óssea, como o alendronato
    • Terapia hormonal com estrogênio, para mulheres que já passaram pela menopausa
    • Prática de atividade física regular, com foco em exercícios de resistência e impacto leve
    • Mudanças nos hábitos alimentares e estilo de vida

    Em alguns casos, pode ser necessário tratar causas associadas, como problemas hormonais ou uso prolongado de medicamentos que afetam a saúde óssea.

    Prevenção da osteoporose

    Idealmente, o cuidado com os ossos deve começar cedo, de preferência ainda na infância e adolescência, que são fases cruciais para a formação da massa óssea. No entanto, nunca é tarde para cuidar dos ossos.

    Algumas atitudes importantes:

    • Manter uma alimentação rica em cálcio (leite, derivados, vegetais verdes escuros, sementes)
    • Garantir exposição solar adequada para produção de vitamina D
    • Praticar exercícios com impacto leve e regulares, como caminhada, musculação e dança
    • Evitar o fumo e o consumo excessivo de álcool
    • Fazer exames preventivos, especialmente após os 50 anos

    No entanto, é importante ressaltar que nem todos os casos podem ser prevenidos. Mas os cuidados citados acima ajudam também a reduzir a gravidade do problema e a melhorar a qualidade de vida da pessoa.

    Perguntas frequentes

    Osteoporose tem cura?

    Não há cura definitiva, mas é possível controlar a doença e evitar fraturas com tratamento e mudanças no estilo de vida.

    Homens também podem ter osteoporose?

    Sim. Embora mais comum em mulheres, a doença também afeta homens, especialmente após os 70 anos.

    Osteoporose causa dor?

    Na fase inicial, a osteoporose não causa dor. Mas, com o avanço da doença, a pessoa pode sentir dores e aumento da sensibilidade óssea.

    Processo de revisão deste artigo:

    Nosso Processo de Revisão Clínica:

    Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.

    Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.

    Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse aqui.

    Nosso Processo de Revisão Clínica:

    Cada conteúdo clínico publicado no Health Lab passa por um rigoroso processo de revisão realizado por nossa rede de profissionais de saúde para garantir precisão e confiabilidade.

    Seguimos diretrizes rigorosas de fontes, sempre citando ou vinculando diretamente às fontes primárias em cada artigo.

    Caso queira saber como o processo ocorre na integra, acesse.

    Este artigo te ajudou?

    Quais conteúdo está sentindo falta?

    Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.

    O que poderia melhorar sua experiência?

    Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.

    Que tal compartilhar sugestões para continuarmos melhorando?

    Este artigo está incompleto

    Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.

    Este artigo possui informação errada

    Este conteúdo é apenas informativo e não substitui orientação médica profissional.